E vem... de repente , quando nem se espera, uma avalanche de seres diferentes e amáveis, de emoções já há certo tempo guardadas e esquecidas, de sentimentos, conhecidos mas redescobertos. Lá vem a avalanche, carregada de possibilidades desejáveis e indesejáveis, de expectativas urgentes [talvez compartilhadas] e de desejos que fazem voar. A avalanche vem, e traz a impaciência de escolher um, ou talvez a vontade [momentânea] de viver todos. Bem, ao menos é uma avalanche, e quebra com ferocidade a monotonia tediosa da neve que repousava, estável, fria e solitária.
E convenhamos que, apesar dos pesares, avalanches são deliciosas Hahaha
ResponderExcluirLindo texto, Júlia.
hahahaha abençoada avalanche!
ResponderExcluirobrigada, Felipe! :D