A porta era antiga, pesada. Imutável, emperrada. De repente abre-se, numa fresta, e deixa entrar o úmido frescor libertário, impregnado da mais doce fragrância, da mais brilhante nesga de luz, da mais infinita gama de possibilidades que poderia existir.
-Abre-te mais, porta, deixa-me passar.
E se abriu.
Que sentimento mais puro!
ResponderExcluirLindo, Júlia!